D30D :: um mês sem séries de televisão

Depois de umas semanas a preparar-me para este desafio(como é visível por este e este post) comecei a ordália a 1 de dezembro. Foi um mês em que descobri muito sobre mim mesma e a minha necessidade de estar ligada à tecnologia, mas também me tornei mais consciente do tipo de muletas emocionais que uso quando as coisas estão menos bem. Ao fim ao cabo posso dizer que sem esta espécie de “analgésico” mental tive de realmente cuidar mais de mim e das pessoas à minha volta. Continue reading “D30D :: um mês sem séries de televisão”

Desafio de 30 dias :: preparando um mês sem séries de televisão #2

Continuo a preparar-me para um mês séries (começa já para a semana!). À medida que o tempo tem passado, tem-se tornado mais fácil ficar sem o vício, também porque vou substituindo esse hábito por outros novos – a grande vantagem sendo que posso escolher esses novos hábitos, o que me tem permitido melhorar substancialmente a minha qualidade de vida, apenas com esta pequena grande mudança.  Continue reading “Desafio de 30 dias :: preparando um mês sem séries de televisão #2”

[Livros] #3 The green beauty bible

Título :: “The green beauty bible”

Autor :: Sarah Stacey & Josephine Farley

Editora :: Kile Cathy Limited (London, 2008)

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Sinopse e crítica

O livro, claramente da categoria “livro prático”, propõe ajudar @ leitor@ a tornar os seus hábitos de beleza mais ecológicos e orgânicos. O argumento que é transversal a esta literatura é que nos produtos cosméticos se encontram com frequência produtos tóxicos e até cancerígenos que em pequenas dosagens seriam maioritariamente inofensivos, mas que nós acumulamos ao usar vários produtos. As autoras propoem na “green beauty bible” dotar as leitoras de conhecimentos e técnicas para suavizar (ou idealmente, eliminar) esta questão, incluindo além de receitas “caseiras”, revistas e críticas a produtos de beleza “orgânicos” ou “biológicos” disponíveis no mercado, bem como entrevistas a ícones desta área.

Ao fim ao cabo o que se defende é que aquilo que funciona é o que se usa – e na maior parte dos casos, as pessoas gastam imenso dinheiro e depois não usam os produtos (de forma não muito distinta dos aparelhos de ginástica, por exemplo :)). A generalidade das sugestões do livro são “no non-sense”, ou seja, muito pragmáticas e de senso comum, havendo uma clara preferência e referencia a hábitos e medidas que não usam propriamente nenhum produto ou então que usam um mínimo de recursos.

A minha versão do livro está claramente desatualizada, mas não deixa de ser uma visão fresca, realista e muito diferente de tudo o que é referido nesta área, que essencialmente pretende vender, vender, vender, vender.
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Desafio de 30 dias :: preparando um mês sem séries de televisão

Há mais ou menos 6 meses tentei o desafio de me abster de séries de TV em plena época de Game of Thrones e falhei redondamente; no entanto, sinto que neste momento estou novamente pronta para tentar o desafio, quem sabe fortalecida pelo sucesso do anterior projeto. Continue reading “Desafio de 30 dias :: preparando um mês sem séries de televisão”

[Livros] #2 O desafio das 100 coisas

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Título :: “O desafio das 100 coisas – como me livrei de quase tudo, refiz a minha vida e recuperei a minha alma”

Autor :: Dave Bruno

Editora :: Pergaminho (2011)

Sinopse e crítica

“O desafio das 100 coisas” conta a experiência de Dave Bruno que decidiu viver um ano com apenas 100 objetos pessoais, incluindo roupa, calçado e outros objetos de uso exclusivamente individual (o que obviamente não inclui os objetos de uso “familiar” como talheres, etc). O livro tem uma clara intenção de ser um livro prático embora na maioria do volume se narre a experiência do autor e apenas no final exista uma pequena secção com conteúdos práticos.

Esta obra é “filha” de um blog que entretanto foi quase totalmente apagado em tudo o que diz respeito aos conteúdos do livro, mas que continua a merecer uma entrada acerca deste tópico.

O livro não é genial do ponto de vista literário e é muitas vezes repetitivo, mas a abordagem frontal e simples do autor face aos desafios que esta tarefa lhe proporcionou tornam uma leitura que de outro modo seria maçadora em algo que efetivamente pode ser útil para qualquer pessoa que queira fazer pelo menos parte do desafio. Continue reading “[Livros] #2 O desafio das 100 coisas”

D30D :: menos 30 coisas em 30 dias – reflexões do desafio

Não temos apenas necessidade de possuir coisas pela sua utilidade. Também possuímos coisas porque são belas, porque nos lembram quem somos, o que fazemos – porque representam os nossos sonhos. E estas coisas não são apenas um símbolo para os outros; estas coisas são sobretudo e mais que nada uma representação da pessoa que nós somos, para nós mesmos.

Por isso é que é tão difícil libertarmo-nos da “tralha”. Continue reading “D30D :: menos 30 coisas em 30 dias – reflexões do desafio”

digital social media :: algumas dicas úteis

Cada vez mais, o uso dos media digitais e das redes sociais são importantes para promover seja o que for: produtos, serviços, marcas, empresas e até pessoas.

E no entanto, não basta simplesmente pôr informação online e mandá-la para “todo o lado” para se ter efeito (pelo contrário, essa é a forma mais fácil de se ser percebido como spammer e se ser bloqueado): cada plataforma é diferente, tem formas de funcionar distintas, horas “de ponta” diferentes e um público alvo específico. Neste post, partilho convoscoo que dizem alguns peritos acerca da forma de otimizar as diferentes plataformas.  Continue reading “digital social media :: algumas dicas úteis”

D30D :: um mês com menos 30 coisas

Há poucas coisas tão eficazes como ter obras em casa para perceber quanta coisa desnecessária se possui (suponho que fazer mudanças ou viajar muito tempo sejam outras das experiências que ajudam a perceber isto).

A realidade bruta de que tenho mais coisas do que posso objetivamente usar, que se houvesse uma inundação cá em casa (as obras foram por causa de uma fuga de água), teria dificuldade em perceber quais e onde estavam as coisas que realmente me importavam e das quais realmente teria pena de perder, foi uma enorme wake up call. Porque se uma parte de mim percebe que há coisas que estão a mais e que outras pessoas lhes dariam muito melhor uso, há uma parte que diz “ainda vais precisar disto”, “isto pode dar jeito” e “não quero abdicar disto”, o que torna este desafio realmente difícil.

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