[D30] um mês sem carro

Janeiro foi o mês que eu escolhi para um desafio ousado: não usar o carro. O spoiler é que o mês não foi “limpinho” neste desafio, e houve algumas exceções – mas ainda assim, muito se aprendeu e com o passar do tempo, pegar no carro foi-se tornando uma opção cada vez mais remota. Continue reading “[D30] um mês sem carro”

D30D :: um mês sem séries de televisão

Depois de umas semanas a preparar-me para este desafio(como é visível por este e este post) comecei a ordália a 1 de dezembro. Foi um mês em que descobri muito sobre mim mesma e a minha necessidade de estar ligada à tecnologia, mas também me tornei mais consciente do tipo de muletas emocionais que uso quando as coisas estão menos bem. Ao fim ao cabo posso dizer que sem esta espécie de “analgésico” mental tive de realmente cuidar mais de mim e das pessoas à minha volta. Continue reading “D30D :: um mês sem séries de televisão”

Desafio de 30 dias :: preparando um mês sem séries de televisão #2

Continuo a preparar-me para um mês séries (começa já para a semana!). À medida que o tempo tem passado, tem-se tornado mais fácil ficar sem o vício, também porque vou substituindo esse hábito por outros novos – a grande vantagem sendo que posso escolher esses novos hábitos, o que me tem permitido melhorar substancialmente a minha qualidade de vida, apenas com esta pequena grande mudança.  Continue reading “Desafio de 30 dias :: preparando um mês sem séries de televisão #2”

Desafio de 30 dias :: preparando um mês sem séries de televisão

Há mais ou menos 6 meses tentei o desafio de me abster de séries de TV em plena época de Game of Thrones e falhei redondamente; no entanto, sinto que neste momento estou novamente pronta para tentar o desafio, quem sabe fortalecida pelo sucesso do anterior projeto. Continue reading “Desafio de 30 dias :: preparando um mês sem séries de televisão”

D30D :: menos 30 coisas em 30 dias – reflexões do desafio

Não temos apenas necessidade de possuir coisas pela sua utilidade. Também possuímos coisas porque são belas, porque nos lembram quem somos, o que fazemos – porque representam os nossos sonhos. E estas coisas não são apenas um símbolo para os outros; estas coisas são sobretudo e mais que nada uma representação da pessoa que nós somos, para nós mesmos.

Por isso é que é tão difícil libertarmo-nos da “tralha”. Continue reading “D30D :: menos 30 coisas em 30 dias – reflexões do desafio”

D30D :: um mês com menos 30 coisas

Há poucas coisas tão eficazes como ter obras em casa para perceber quanta coisa desnecessária se possui (suponho que fazer mudanças ou viajar muito tempo sejam outras das experiências que ajudam a perceber isto).

A realidade bruta de que tenho mais coisas do que posso objetivamente usar, que se houvesse uma inundação cá em casa (as obras foram por causa de uma fuga de água), teria dificuldade em perceber quais e onde estavam as coisas que realmente me importavam e das quais realmente teria pena de perder, foi uma enorme wake up call. Porque se uma parte de mim percebe que há coisas que estão a mais e que outras pessoas lhes dariam muito melhor uso, há uma parte que diz “ainda vais precisar disto”, “isto pode dar jeito” e “não quero abdicar disto”, o que torna este desafio realmente difícil.

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